A StB: O braço da KGB no Uruguai

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“A StB: O braço da KGB no Uruguai, um livro que revela, através de documentos do serviço de inteligência da Tchecoslováquia, a espionagem comunista que foi instalada em nosso país a partir dos anos 60. Uma investigação e tradução de Vladimír Petrilák e Mauro Kraenski, publicada pela Editora Planeta e lançada em parceria exclusiva com o jornal El País. Muitos uruguaios influentes nas esferas política, jornalística e empresarial colaboraram com o serviço secreto comunista deste país, entre eles Vivian Trías, considerado pela organização como um dos servidores mais eficientes da América Latina.”

Publicidade de uma página no jornal El País do Uruguai, de 23 de novembro de 2018.

 

Site El Pais http://servicios.elpais.com.uy/paginas/promociones/2018/stb/

 

Texto da contra capa.

La StB: el brazo de la KGB en Uruguay (A StB: o braço da KGB no Uruguai) é somente o início de um trabalho de pesquisa e tradução dos arquivos que revelam a presença da espionagem comunista tchecoslovaca no Uruguai, desde os anos 60.

Este serviço de inteligência civil, satélite da União Soviética, com sua influência política e militar, agiu em nosso país através da cúmplice presença diplomática e cooptou cidadãos uruguaios como agentes de espionagem. O caso mais conhecido até o momento é o do líder socialista Vivian Trías, pseudônimo Ríos, que, segundo estes documentos, foi considerado pela StB como um dos agentes mais eficientes da organização na América Latina. Esta pesquisa demonstra que Trías não foi uma exceção: muitos outros uruguaios influentes na esfera política, jornalística e empresarial; serviram à rede de espionagem comunista.

Os investigadores Vladimir Petrilák e Mauro Abranches Kraenski examinam e traduzem os documentos liberados pelo estado tcheco, permitindo assim conhecer, com nomes e sobrenomes, uma face obscura da história que até agora havia sido apenas esboçada.

Não fazemos nada mais que tentar reproduzir objetivamente os feitos dos espiões tchecoslovacos. Aqui não há nenhuma tese preliminar, (…) somente estamos tentando descrever uma parte desconhecida da história da América Latina. O fato de que essa história permanecesse oculta até agora, não significa que não deva ser difundida.

 

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